Minilifting facial

Opção cirúrgica para flacidez leve a moderada no terço inferior da face e no contorno da mandíbula.

  • IndicaçãoFlacidez leve a moderada
  • TécnicaIncisões ao redor da orelha
  • AnestesiaLocal com sedação
  • RecuperaçãoInchaço e roxos nas primeiras semanas
Em resumo

O minilifting é uma cirurgia facial com incisões menores e descolamento mais limitado que o lifting completo. Ele reposiciona a pele e os tecidos profundos do terço inferior da face, melhorando a definição do contorno da mandíbula. É indicado para flacidez leve a moderada, após avaliação individual.

O que é o minilifting?

A flacidez do terço inferior da face aparece como perda de definição da mandíbula, formação de “buldogue” e aprofundamento dos sulcos ao redor da boca.

No minilifting, as incisões ficam ao redor da orelha, em áreas planejadas para disfarçar a cicatriz. Os tecidos profundos da face são reposicionados e o excesso de pele é retirado, com um descolamento menor que o do lifting completo.

Contorno da mandíbula em perfil

Para quem o minilifting é indicado?

  • Flacidez leve a moderada no contorno da mandíbula
  • Perda de definição do terço inferior da face
  • Sulcos que se aprofundaram com a queda dos tecidos
  • Pessoas não fumantes e com boa saúde geral

Como é a avaliação?

A médica avalia o grau de flacidez, a qualidade da pele, a estrutura óssea e o pescoço. Em flacidez mais acentuada, outras técnicas podem ser indicadas. Exames pré-operatórios são solicitados conforme o caso.

  • Grau de flacidez
  • Contorno da mandíbula
  • Pescoço
  • Qualidade da pele
  • Saúde geral

Como é feito o minilifting?

  1. Exames e planejamento. Exames pré-operatórios e marcação das áreas a tratar.
  2. Anestesia. Em geral, anestesia local com sedação.
  3. Reposicionamento. Os tecidos profundos são reposicionados e o excesso de pele é retirado.
  4. Curativo. Ao final, é feito um curativo e orientado o uso de faixa, quando indicado.
Ilustração dos vetores de reposicionamento do minilifting

Recuperação e cuidados

  • Inchaço e manchas roxas são esperados e diminuem ao longo das semanas
  • Cabeceira elevada e repouso relativo nos primeiros dias
  • Os pontos são retirados nos retornos
  • Exercícios, sol e calor intenso aguardam liberação médica
  • O resultado vai se definindo ao longo dos meses

Segurança e expectativas

O minilifting é uma cirurgia com recuperação mais curta que a do lifting tradicional. Como em toda cirurgia, existem cuidados e possíveis efeitos, explicados na consulta. Não fumar no período da cirurgia ajuda na cicatrização.

  • Inchaço e roxos nos primeiros dias
  • Sensibilidade diferente na região, que volta ao normal com o tempo
  • As cicatrizes ficam próximas às orelhas e tendem a ficar discretas
  • O acompanhamento no pós-operatório é feito de perto pela médica

Pode ser combinado com outros tratamentos?

Pode ser associado à cervicoplastia quando o pescoço também está envolvido, e a tratamentos de pele, como o laser CO2 fracionado, em outro momento.

Perguntas frequentes sobre minilifting

Qual a diferença entre minilifting e lifting completo?

O minilifting tem incisões menores e descolamento mais limitado, sendo indicado para flacidez leve a moderada. O lifting completo trata graus maiores de flacidez.

Onde fica a cicatriz?

Ao redor da orelha, em áreas planejadas para disfarçar a cicatriz. A evolução varia entre pessoas.

Quanto tempo dura a recuperação?

As primeiras semanas concentram o inchaço e as manchas roxas. O retorno às atividades é gradual e orientado nos retornos.

Fumantes podem fazer?

Sim, com preparo. Parar de fumar no período da cirurgia ajuda na cicatrização, e essa orientação faz parte do preparo.

O resultado é natural?

O planejamento busca reposicionar os tecidos sem mudar a identidade do rosto. Esse ponto é discutido na avaliação.

Existe alternativa sem cirurgia?

Em flacidez leve, fios e bioestimuladores podem ser avaliados. Eles têm indicações e resultados diferentes da cirurgia.

Conteúdo educativo. Diagnóstico, indicação, técnica e riscos só podem ser definidos em consulta médica.

Conteúdo revisado por Dra. Cinthia Trisóglio, Médica Cirurgiã Dermatológica · CRM-SP 138153 · RQE 67026. Atualizado em 30 de outubro de 2026.

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